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A necessidade da segurança de TI

Publicado em 06 de May de 2015 por Redação |COMENTE

A busca por profissionais de segurança da informação aumentou nos últimos anos. É o medo de ataques cibernéticos. Saiba mais sobre o assunto



TEXTO: Marcelo Casagrande | FOTO: Shutterstock | Adaptação web: David Pereira

“Não existe uma solução única, elas estão muito específicas e para todos os tamanhos de bolsos. Por este motivo, é importante que a empresa realize um diagnóstico inicial para entender os riscos e ameaças aos seus processos de negócios por conta do uso de tecnologias.” - LEONARDO MILITELLI, DA IBLISS

Um estudo feito pela Bain & Company aponta que o e-commerce responde por 4% das vendas do varejo no Brasil. Pode parecer pouco diante dos 10% atingidos pelos norte americanos, mas as perspectivas em terras brasileiras são promissoras: o faturamento do setor deve chegar a R$42 bilhões em 2016, um crescimento médio anual de 17%. Esse ritmo é aproximadamente duas vezes superior ao das vendas totais do varejo. O consumo cresce a uma velocidade impressionante, na mesma proporção em que o medo de ataques passa a assombrar empresários do setor. 

A necessidade da segurança da informação 

Toda empresa que possui processos de negócios, ou parte deles, apoiados em sistemas (e-mail, CRM, e-commerce, ERP) precisa de algum tipo de segurança para garantir a integridade do seu negócio. O sócio-diretor da iBliss - consultoria especializada em segurança de TI -, Leonardo Militelli, diz que, seja o processo da venda on-line ou de geração de leads (interessados) pela compra de um serviço, se houver um impacto na integridade, confidencialidade e disponibilidade – os três pilares fundamentais da segurança – poderá ocorrer algum tipo de perda financeira ou dano à imagem. Toda empresa pode ser um alvo. O tamanho do negócio é o que menos importa. A necessidade está diretamente ligada aos processos de negócio. “Pegue como exemplo o processo de atendimento em um restaurante. Se os pedidos são feitos em papel, o processo é "analógico" e não há necessidade. Já se for feito por meio de tablets, teremos elementos de tecnologia como a rede sem fio, um servidor e sistema para receber o pedido, além do próprio tablet”, exemplifica Militelli, que complementa: “com a presença destas tecnologias, um cliente mal intencionado poderia encontrar uma brecha de segurança em algum elemento envolvido no processo e alterar o valor de sua conta ou fazer pedidos aleatórios para outras mesas”.

A definição das soluções de segurança que devem ser usadas em sua empresa está diretamente ligada ao que deve ser protegido. A necessidade de um banco, obviamente, é maior do que a de um escritório de advocacia, que difere de uma pequena indústria. “Não existe uma solução única, elas estão muito específicas e para todos os tamanhos de bolsos. Por este motivo, é importante que a empresa realize um diagnóstico inicial para entender os riscos e ameaças aos seus processos de negócios por conta do uso de tecnologias. Como resultado, irá obter uma fotografia do que deve ser protegido e quais são as soluções disponíveis para cada necessidade”, explica o executivo da iBliss.

Revista Gestão & Negócios Edição Número 59.


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