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Sinapse: O Toque do Oboé

Publicado em 06 de Aug de 2017 por Giovanna Henriques |COMENTE

Filmes para uma reflexão corporativa



Texto Divulgação | Adaptação Giovanna Henriques | Foto Divulgação

oboé

Do que se trata?

O filme se passa em um povoado paraguaio decadente, onde a única esperança para os que ainda podem, é deixá-lo. Um dia chega ao local um músico (Paulo Betti) – que tem uma doença terminal –, que possui apenas um oboé. Aurora, uma cabeleireira falida, tem a ideia de reabrir o cinema da cidade e convence o músico a acompanhar os filmes mudos com seu oboé.

Qual a relação?

As pessoas passam a ir ao cinema, a conversar, a fazer contatos, empregos começam a surgir, é como se a vida voltasse ao lugar. Quando o músico morre, os moradores se desesperam para encontrar alguém que o substitua, mas descobrem que ele foi apenas um deflagrador para trazer à tona o que já estava dentro de todos: a criatividade e a motivação para as realizações.

Fique atento!

A metáfora com o mundo corporativo é inevitável: quantas organizações, sobretudo em épocas de crise, entram em declínio e não identificam potenciais que ainda existem no seu mercado, em seus quadros ou nos seus produtos e que poderiam, como o “toque do oboé”, funcionar como um antídoto para a crise e uma oportunidade de superação e renascimento.


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