Newsletter

Cadastre-se e receba todas as novidades

Gestão prática: O que é Salário Emocional?

Publicado em 11 de Jul de 2017 por Giovanna Henriques |COMENTE

Já ouviu falar do termo?



Texto Cecília Bettero | Adaptação Giovanna Henriques | Foto Shuttertsock

salário emocional

Um dia desses recebi um e-mail de um leitor refletindo se o fabuloso funcionário Baiano (sobre o qual falei na edição 96*) era de fato reconhecido pela empresa, ou foi apenas homenageado em um evento. Não era o foco daquele artigo, mas ao responder ao leitor lembrei-me de como o gestor dele me contou que difunde a sua excelência aos demais funcionários e como não há espaço para ciúme ou competição, já que todos entendem ser do mesmo time. Isso me fez refletir sobre o salário emocional, você já ouviu falar sobre ele?

O salário emocional nada mais é que um conjunto de fatores emocionais que fazem com que as pessoas se motivem a dar o melhor de si para uma empresa. Se o funcionário puder contar com um bom clima organizacional na empresa e usufruir de ambiente de trabalho agradável, dará de fato o melhor de si, até porque é ali que ele passa a maior parte do seu dia e convive com os colegas, mais até do que com sua própria família na grande maioria das vezes.

Além do ambiente, outras questões compõem um salário emocional, como sentir-se reconhecido pelas suas ações, sentir-se engajado nos desafios do cargo ocupado, perceber-se como parte da organização, ter suas necessidades profissionais e pessoais atendidas, ter reais oportunidades de desenvolvimento e progressão em sua carreira. O mais interessante do salário emocional é que, apesar de não ter mensuração financeira, todos ganham.

Oferecer um salário emocional nada mais é do que praticar a empatia. Sabemos que as metas são fundamentais, que resultados determinam os negócios, mas perceber as pessoas e ser percebido como indivíduo têm sido sem dúvida umas das práticas mais modernas de relacionamento dentro da empresa.A remuneração pode até ser o que atrai um bom profissional para um emprego, mas o que o mantém dedicado é o salário emocional.

Revista Gestão & Negócios Ed. 100


COMENTE