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Como sobreviver na crise

Publicado em 09 de Aug de 2017 por Giovanna Henriques |COMENTE

Trocas de conhecimento são fundamentais para seguir com os negócios



Texto André Perego Fiore | Adaptação Giovanna Henriques | Foto Shutterstock

crise

Manter empresas funcionando durante a crise que tem persistido no Brasil é uma batalha enfrentada por todos nós, empreendedores –que após indicativos de um início de melhora no mercado, fomos recentemente surpreendidos com fatos que podem estender as incertezas ao longo dos próximos meses. Por reconhecer na nossa força uma alavanca para a estabilidade do País, acredito que este seja o momento em que experiências devem ser debatidas a fim de contribuir ao máximo com o crescimento brasileiro.

Conversas que devem ser feitas com diferentes empreendedores, clientes, fornecedores e também dentro de cada empresa, com os colaboradores. Essas trocas de conhecimento são fundamentais para que, além de seguir com nossos negócios, continuemos gerando empregos e movimentando a economia.

A abertura para o contato habitual com todos os públicos só gera benefícios, inclusive para a manutenção da transparência nas ações das empresas– ponto de extrema importância para garantir a vida saudável delas por vários anos. Entre as vantagens que passamos a ter após adotarmos o diálogo constante em nossa empresa, e que confio que tenha tudo para funcionar em variados segmentos da indústria e de serviços, estão a atenção à sazonalidade e a especialização em trabalhos que podem ser desenvolvidos com verdadeiro diferencial.

Em uma empresa que tem equipe enxuta, toda energia deve ser bem empregada. Em nosso caso, por exemplo, é preciso equilibrar o esforço para produção e entrega, ações mais frequentes próximas aos meses mais quentes, e a concentração necessária para um período mais focado em planejamento – o que acontece nos meses mais frios. E mesmo quando o time está no máximo de seu empenho, não há como competirmos com gigantes do nosso setor devido à estrutura que grandes corporações possuem.

Daí a importância de nossa especialização, a segmentação que oferecemos e que nos permite produzir peças sob medida de um modo que é inviável economicamente às gigantes e impossível de ser feito com qualidade por concorrentes de menor porte. Encontramos um espaço no mercado atacadista e ele tem  possibilitado mantermos nosso funcionamento mesmo nos períodos mais difíceis das crises atuais.

Atento à qualidade de gestão e perenidade de nossa organização, contudo, mesmo com esse espaço já consolidado, creio que a busca por novidades é uma última experiência que seria interessante compartilhar neste espaço. Estamos trabalhando para ampliar nossa presença tanto em lojas físicas como on-line com foco no varejo. Até porque, em um mercado dinâmico como o brasileiro, é preciso estar sempre pronto para um passo adiante – sob o risco de acabar ficando para trás.

Revista Gestão & Negócios Ed. 102


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